FLUXO
Desengano milagre, quebro o pote, caem moedas e um coração vermelho forte, foi ficando branco gelo.
De véu remendo, silencioso no cotovelo. Acena do vagão da despedia, tudo agora é não, quente em mim, ficando frio assim.
Pra desembocar ainda salgada água, engole-me doce alma ou engole-me alma pra mergulhar meu salgado corpo.
Tudo em volta tem luz vertical, banho de verde e lentidão gelada.
Água minha. Leva-me longe, sussurra como concha em mim...
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