Enfim, de todas as minhas certezas, a que eu tenho, com convicção, é a de que se nem eu mesmo me entendo, como querer que alguém me entenda? Já não quero palavras "desenhadas"; nem mesmo palavras bonitinhas para alguém "bonzinho e simpático". O que eu quero é que as pessoas entendam que eu também tenho os meus momentos. Os meus momentos alegres, os meus momentos "viva la vida"; mas também tenho os meus momentos "depressivos".
Tudo passa. Nada é para sempre. Nem mesmo a vida é para sempre!
Então, para quem não quer dizer nada, eu digo agora: não digas.
Mas por favor, só espero que respeitem mais e julguem menos; não somente a mim. Só sabemos a fragilidade de um telhado quando sentimos o peso e a força da pedra atirada. E telhado de vidro; meus amigos, por mais fortes que as pessoas sejam, venhamos e convenhamos, todos têm e de uma hora para a outra ele cai.

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